Review: Pequena Abelha de Chris Cleave

“Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa… Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola.” (skoob.com) Editora Intrínseca, 2010, 272 págs.

Esse livro era um mistério pra mim. Uma vez, eu entrei skoob, que pra quem não conhece é uma rede social com a temática livros [aproveita pra me seguir aqui] E me deparei com essa capa e com o resumo do livro aqui. Fiquei fascinada e super curiosa, então corri pra baixar o livro e não encontrei em nenhum lugar!! Minha curiosidade aguçou ainda mais e resolvi comprar.

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Foto: Mari Bomfim

O livro foi lançado por aqui em 2010 pela Editora Intrínseca, têm apenas 272 páginas, mas mesmo assim eu não consegui ler ele rapidão. Este é um daqueles livros que você tem que ler e ir digerindo aos poucos, pensando, analisando. Me coloquei várias vezes no lugar de nossa protagonista Abelhinha, uma nigeriana refugiada que vai para Londres atrás de, não segurança, porque ela sabe que “os homens” virão, mas de alguém que sabe o que ela passou.

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Foto: Mari Bomfim

Esse livro é sobre girl power! Duas mulheres, de diferentes etnias e classe sociais, com diferentes sofrimentos que se encontraram uma vez e isso mudou a vida de Sarah e Abelhinha. Ambas tiram forças da onde podem para ajudar uma a outra e as coisas vão caminhando.

Chris Cleave, nasceu em Londres, mas viveu sua infância em Camarões, estudou psicologia em Oxford e estagiou no centro de detenção de refugiados de Londres, onde veio a inspiração para escrever o romance.

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Foto: Mari Bomfim

O livro é cheio de frases marcantes que você tenta anotar mentalmente (ou correr e copiar em um caderninho), vou colocar aqui a mais famosa e a minha preferida.

Sou apaixonada por esse livro e por tudo o que ele defende e denuncia. Se eu puder dar um conselho: Leia!

Escrito por:
Mari Bomfim

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