DESAFIO CINETOSCÓPIO DO RAFA #8

Olá! Meu nome é Rafael e voltei para dar continuidade ao desafio cinetoscópio dos 30 filmes que estou fazendo aqui no blog da Mari. O tema de hoje é:

#8 – UM FILME QUE  VOCÊ CONSIDERA UM CLÁSSICO

Antes de começar a falar sobre o filme que escolhi, vamos definir o que é clássico. Clássico é um adjetivo usado para filmes de grande qualidade, de qualidade praticamente indiscutível. Existem clássicos em todos os gêneros cinematográficos e um filme é clássico independente da época em que foi produzido. Por exemplo, Nosferatu (1922) é um clássico dos filmes de vampiro, Psicose (1960) é um clássico do suspense e Mad Max – Estrada da Fúria (2015) é um clássico dos filmes de ação.

Escolhi um clássico do cinema. Morangos Silvestres, de 1957, dirigido pelo sueco Ingmar Bergman.


Bergman é um samurai do cinema. O diretor sueco é um dos mais aclamados da história e está no top 10 de qualquer cinéfilo. Seus filmes são recheados de reflexões sobre a vida e o existencialismo é tema recorrente em sua maravilhosa obra. Com “Morangos silvestres” não é diferente. A sinopse do filme é a seguinte:

Isak Borg (Victor Sjöström) é um professor de medicina que revisita vários momentos marcantes de seu passado durante uma viagem de carro até sua antiga universidade, onde ele irá receber uma honraria. Acompanhado de sua nora Marianne (Ingrid Thulin) ele evoca memória de sua família e de sua ex-namorada. Durante a viagem ele conhece uma garota adolescente que em muito se assemelha a Sara, seu antigo amor. A jovem pega carona com o professor e Marianne. Quanto mais Borg recorda as decepções e desilusões que viveu, mais ele se sente frio e cheio de culpa. Esses sentimentos se afloram quando ele encontra seu filho, igualmente frio e ressentido. (adorocinema.com)

Esse é um filme sobre a finitude da vida. Sobre aquilo que fazemos e deixamos de fazer e como isso nos afeta futuramente. O personagem principal se depara com memórias que trazem tristezas, alegrias, decepções, arrependimentos e mágoas, e procura uma redenção. É um filme melancólico, reflexivo, silencioso, quase depressivo. Assistir a “Morangos Silvestres” é estar diante de uma obra de arte suprema. Um clássico absoluto. É um filme genial como o seu criador.

Ingmar Bergman é eterno.

Escrito por:
Rafael Forcassin

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