DESAFIO CINETOSCÓPIO DO RAFA #17

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Olá! Meu nome é Rafael e voltei para dar continuidade ao desafio cinetoscópio dos 30 filmes que estou fazendo aqui  no blog da Mari. O tema de hoje é:

#17 – UM FILME COM UM VILÃO INESQUECÍVEL

Meu vilão favorito da história do cinema é o Coringa interpretado pelo Heath Ledger em “The Dark Knight”. Gosto também das versões do Coringa feitas pelo Nicholson (Batman, 1989) e pelo Romero (Batman: The Movie, 1966). O Coringa do Leto (Suicide Squad, 2016) é lamentável. Outro vilão que gosto muito é o Darth Vader, da saga Star Wars. Mas a Mari já falou sobre eles aqui. Então, eu pensei “e agora?”. Lembrei do Scar em “The Lion King”, do Biff em “Back to the Future”, do Angel Eyes em “The Good, the Bad and the Ugly”. Pensei até em escrever sobre o Baixo Astral, o vilão mais temido da minha infância, interpretado pelo saudoso Guilherme Karan em “Super Xuxa contra Baixo Astral”.

Pensei, pensei e acabei decidindo! O filme com um vilão inesquecível que eu vou falar hoje é “Bastardos Inglórios”. O filme de 2009, dirigido por Quentin Tarantino, conta a história da jovem Shosanna Dreyfus (Mélaine Laurent), que durante a Segunda Guerra, na França ocupada pelo exército alemão, testemunha a execução da família pelo coronel nazista Hans Landa (Christoph Waltz). Porém, ela consegue escapar e passa a viver sob a identidade de uma proprietária de cinema em Paris, enquanto aguarda o momento certo para se vingar. Ainda na Europa, o tenente Aldo Raine (Brad Pitt) organiza um grupo de soldados judeus para lutar contra os nazistas. Conhecido pelo inimigo como Os Bastardos, o grupo de Aldo recebe uma nova integrante, a atriz alemã e espiã disfarçada Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger), que tem a perigosa missão de chegar até os líderes do Terceiro Reich.

Vamos falar sobre o filme. O filme é foda! Pronto, é isso que eu tinha pra falar sobre o filme.


Agora, sobre o vilão. Coronel Hans Landa, conhecido como “o caçador de judeus”. Landa é implacável, maldoso, sádico, inteligente e debochado. Seu jeito de cavalheiro que esconde a personalidade de alguém maldoso e preconceituoso é feito de maneira brilhante. As cenas de maior tensão do filme são promovidas por ele. Você não consegue respirar quando o Coronel está em cena. Tudo isso graças à atuação magnífica de Christopher Waltz, e ao roteiro e direção do Tarantino. Todas as frases que saem da boca de Hans são memoráveis.


Uma pena que Waltz acabou interpretando sempre uma caricatura do Landa nos trabalhos seguintes, algo parecido com o que aconteceu com o Depp pós-Jack Sparrow. Ainda bem que o Tarantino continua genial.

Escrito por:
Rafael Forcassin

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2 comentários em “DESAFIO CINETOSCÓPIO DO RAFA #17

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