VI NO CINEMA: PERDIDO EM MARTE (THE MARTIAN)- RIDLEY SCOTT

Essa semana, fui ao cinema assistir Perdido em Marte, parece que mais uma vez Matt Damon se perdeu no espaço e a NASA teve que resolver, primeira coisa: eu adoro filme de “espaço”, tenho um certo medinho porque a gente nunca sabe o que vai ter no espaço, fico meio sem ar porque sempre tem aquela coisa de “15% de oxigênio… 5% de oxigênio… 1% de oxigênio” e eu sempre acho que tudo vai dar uma merda (principalmente depois de assistir “Gravidade”), mas eu ADORO filme de espaço! Dito isso, bora pro filme!

A história se passa num futuro não tão distante, onde está acontecendo uma missão muito bem sucedida em Marte, onde astronautas estão ali para analisar o terreno, solo,e tals. Ficariam ali por um tempo, vendo como é o clima, de boas, daí iriam todos de volta pra casa. Porém, começa uma tempestade de areia monstruosa que não estava planejada e a capitã Lewis (#girlpower) decide abortar a missão para que todos se salvem, infelizmente Mark, sofre um acidente no percurso e acaba dado como morto, portanto deixado em Marte.

Para a surpresa de todos, Mark não morreu, mas encontra-se sozinho num planeta gigante, cheio de tempestades e com algumas provisões que eram para durar para um mês. Mas aí, entra a parte cientifica e começa a aventura! O astronauta formado em botânica, consegue se virar nos 30 e enviar sinal para Houston, é a onde começa um plano mirabolante para tentar resgatá-lo.

O que é bem legal desse filme é que Mark sabia que mesmo depois de enviar um sinal para Terra, era muito remota a possibilidade de retorno, mas mesmo assim ele teve muita presença de espírito e inteligência para se adequar a um ambiente totalmente hostil e conseguir se manter são e resolver todos os problemas que iam aparecendo.

A fotografia do filme é muuuito bonita e a trilha sonora muito legal! O filme é divertido e muito emocionante, não no sentindo de chorar, mas no sentido de várias emoções surgirem no decorrer do filme (você está feliz, depois nervosa, depois começa a ter esperança, depois acha que tudo vai dar merda, depois com medinho… muitas emoções), achei todos os personagens bem resolvidos, nada de “mimimi, você me deixou pra trás em Marte”, além de mostrar a política por trás da NASA.

Eu gostei muito, me surpreendeu, apesar do filme ser longo, não foi cansativo! Corre  que ainda dá tempo de ver no cinema!

Gosta de filmes de espaço? Foi ao cinema recentemente? Comente!

Escrito por:
Mari Bomfim

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VI NO CINEMA: O PEQUENO PRÍNCIPE (THE LITLLE PRINCE) – MARK OSBORNE

Na última quinta-feira (20/08) estreou nos cinemas brasileiros: “O pequeno príncipe“, como sou fã da história, do livro e do autor, além de me apaixonar pelo trailer e ficar super feliz que a dublagem original é em francês, sábado (22/08) chamei o Rafa e um amigo e corri pra ver o filme.

Cartaz brasileiro

Apesar de muita gente elogiar a dublagem brasileira que conta com a participação da estrela-mirim Larissa Manuela, escolhemos a sessão legendada por motivos de não ter criança atrapalhando para ouvir o pequeno príncipe falando francês. Outra dica é que no caso dos cinemas em Araçatuba, o filme não tinha sessão 2D, mas sinceramente, o filme não vale o 3D, deixa apenas tudo mais escuro, se tiver o opção normal, economizem grana, galera!

O filme é um homenagem ao livro, tem muita da história original como trechos literais do livro e as próprias aquarelas do autor, mas traz para o contexto atual, onde a pequena garota não tinha tempo nem a chance de ter amigos, pois tinha apenas um objetivo: ser preparada para entrar na vida adulta. Ao invés de brinquedos e livros coloridos, seu quarto era recheado de um cinza triste de livros “importantes para seu futuro”: gramática, álgebra…

Um dia, seu velho vizinho, um tanto maluco, que era aviador quando mais jovem, acaba entrando em sua vida e lhe fazendo refletir sobre algumas coisas essenciais, lhe contando então, sobre como o pequeno príncipe, entrou na vida dele e lhe fez recordar de quando era criança e perceber tudo o que esqueceu quando se tornou adulto.

A fotografia e trilha sonora do filme são impecáveis, além das famosas frases que fez o livro se tornar tão popular estarem presentes. No final uma grande surpresa, para ajudar o aviador é a vez da pequena garota viajar pelo espaço e reencontrar o pequeno príncipe, que pode não estar do jeito que ela imagina.

Sai do cinema realizada! É muito bom poder assistir filmes tão delicados assim! Para quem é fã, é uma grande homenagem, pra quem nunca leu, é uma grande oportunidade de ser cativado pela história do pequeno príncipe!

Conhece o livro? Já assistiu o filme? Comente!

Escrito por:
Mari Bomfim

VI NO CINEMA: DIVERTIDA MENTE (INSIDE OUT) – PIXAR/DISNEY

No último sábado, dia 20/06 assisti Divertida Mente no CineAraujo, cinema que fica no shopping perto da minha cidade, primeiramente estava mega desapontada, já que iria assistir Jurassic World, mas enfim, não tinha legendado, então optamos pela animação. Já tinha ouvido coisas muito boas desse filme, e adorado o trailer, mas não sabia muito bem sobre o que se tratava o filme.

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Poster do filme

Como todo filme da Pixar, há um curta antes do filme propriamente dito e, gente, LAVA é sobre dois vulcões havaianos apaixonados *–*. Fiquei assim, sem saber o que dizer, sabe? Só curtindo a música e a fotografia linda! Amei! Música super fofa, que mesmo passado o filme inteiro você sai do cinema cantarolando.

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Poster do curta
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Uke, o vulcão cantor *–*

Começa então Divertida Mente que conta a história de Riley, uma menina amável, inteligente e super espontânea de 11 anos, na verdade nós somos apresentados aos sentimentos dela: Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho (Repulsa), e entendemos um pouco como funciona a cabeça dessa criança e de todos os seres vivos do filme.

Tudo vai indo muito bem na vida de Riley, mas é quando ela muda de Minessota para San Francisco que tudo começa a dar errado [por dentro e fora]. De repente a Tristeza [que é sempre excluída pelos outros sentimentos], começa a tocar nas lembranças da menina e a deixa deprimida, então Alegria, sentimento predominante que sempre dá um jeito pra tudo, tenta reverter essa situação causando ainda mais problemas: Alegria e Tristeza acabam sendo ejetadas da “sala de comando” e se perdendo na imensidão de pensamentos e lembranças a longo prazo dentro da cabeça da menina.

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Aos poucos, tudo piora, porque a raiva, o medo e o nojo acabam no controle de Riley enquanto Alegria e Tristeza arrumam um jeito de voltar para sala de comando. Nesse meio tempo, Alegria percebe que talvez a Tristeza, não seja tão ruim assim, e juntas tentam voltar a colocar a vida da garota nos eixos.

Assisti a versão dublada, obviamente, e fiquei chocada quando fui pesquisar aqui e vi que todos os sentimentos são atores famosos, a Alegria já sabia que seria Mià Mello e o Rafa identificou a Raiva como o Léo Jaime, mas não tinha nem notado que o Nojinho era a Dani Calabresa, a Tristeza, a Katiuscia Canoro e o Medo, o Otaviano Costa. Gosto assim, ir ao cinema e não reconhecer de cara os dubladores, porque é sinal que estão interpretando realmente, não sendo eles mesmo! Adorei!

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O filme, apesar de animação, sem dúvida não é infantil! É complexo, maduro e triste. [Sim, chorei duas vezes no filme e o Rafa também]. A animação fala sobre as perdas, sobre escolhas, amadurecimento e sobre acolher todos os sentimentos que temos. É natural e importante para nossa personalidade sentir de verdade a  raiva, medo, repulsa, alegria e tristeza. Muitas vezes, queremos ser felizes e apenas isso, porque é assim que aprendemos, chorar, ficar triste, se descontrolar, são sinais de fraqueza, mas na verdade, não é bem assim.

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Assistam e me digam se não se apaixonaram por todas essas criaturas fofas!

PS: Assistimos em 3D, mas na verdade, não há nada demais que faça valer o ingresso um pouco mais caro, se forem conferir no cinema, aconselho optarem pela versão 2D.

                                                             Escrito por:
Mari Bomfim

Review de Filme: Questão de Tempo (About Time) – Richard Curtis

O filme de hoje é um daqueles que você assiste e fica pensando sobre a vida, sabe? Pra mim, é um dos melhores filmes sobre viagem no tempo, perdendo apenas para o “De volta para o futuro”.

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Imagina seu pai lhe contar um segredo: Os homens da sua família podem viajar pelo tempo, não com máquinas ou DeLoreans, mas simplesmente indo à um lugar escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. A única regra é que você já tenha vivido essa época. Simples assim! Tim (Domhnall Gleeson), um ruivo desastrado de 21 anos, resolve utilizar esse dom para conseguir um amor, e aos poucos percebe que nem sempre voltar no tempo é simples assim.

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O filme é de 2013 e tem Rachel McAdams (DIVA) no elenco. O diretor, Richard Curtis, tem apenas 3 filmes dirigido por ele, mas é roteirista de clássicas comédias românticas como: “O diário de Bridget Jones”, “Um lugar Chamado Ntting Hill” e os hilários filmes do Mr.Bean.

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O filme é simples, encantador, romântico e engraçado. Uma comédia romântica que há muito tempo eu não via e me apaixonava. Vale como filme: a fotografia é linda, os personagens encantadores, e como filosofia de vida:

“Todos nós viajamos juntos pelo tempo, todos os dias das nossas vidas. Só podemos fazer o nosso melhor, para aproveitar esse passeio surpreendente.”

Escrito por:
Mari Bomfim