Por algum motivo estou de volta…

Eu tenho muitas fases, e assim como as da lua, as minhas fases são cíclicas. Eu comecei esse blog em março de 2015 [e antes dele eu tinha tido várias outras tentativas]. De tempos em tempos, esse blog mudou, assim como eu mudei. E de tempos em tempos eu parei de escrever, deixei tudo um pouco em suspenso e logo depois eu voltava.

Assim sou eu com a escrita, com a leitura e com os estudos.

Tem fases que eu escrevo sem parar, várias e várias coisas [muitas vezes sem sentido] apenas para me entender. Tem épocas que eu leio muito pouco, três ou quatro livros durante um ano, e em outras eu chego há quase 30 livros, só para me superar.

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Eu sei que o segredo da vida é achar o equilíbrio: ler muito ou assistir muitas séries e livros pode significar fuga, escrever demais pode significar racionalizar demais. E nessas auto análises eu percebo o quanto essas duas coisas são presentes durante toda a minha história.

Fui uma criança muita imaginativa, que fugia para uma realidade alternativa, gostava de magia e se achava madura para idade, mas na verdade eu era apenas muito observadora e boa imitadora dos adultos. Aos poucos aprendi que maturidade não é apenas saber de que modo a gente se apresenta para ou outros, mas sim, ter coragem de se apresentar ao mundo do modo que bem entender e arcar com as consequencias.

Durante toda a minha infância e juventude, quis ter um blog ou escrever um livro, porque era esse mundo [o das palavras escritas e das histórias contadas] que me fazia sentir realmente viva, fazia o mundo ser mais colorido e instigante. Convenhamos, o dia-a-dia é bem monótono, mas se a gente imaginar que nossa vida daria um livro, ou uma série, então faríamos tudo para que fosse mais interessante… para os outros, sabe como é, a gente sempre pensa mais nos outros do que na gente mesmo.

Eu não sei bem o porquê eu tive vontade de escrever novamente no blog, já estava escrevendo no planner, se o motivo era apenas escrever para por as ideias em ordem isso bastaria. Mas acho que tem haver com o tempo de sentar e pensar no que escrever para os outros, em vez de escrever para mim mesma. Talvez tenha haver com meu orgulho e da vontade de mostrar aos outros o que eu penso… geração Y, vai entender!

Muito tem haver com essa nova etapa que estou entrando, os quase trinta, sair de casa, verdadeiramente amadurecendo, criando responsabilidade… Com certeza não é apenas um motivo, nunca é. Mas enfim, cá estou eu. Pegue um café, sente-se confortavelmente e vamos começar!

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Novo blog

Olá, como estão vocês? O que tem feito por aí?

Depois de quase um ano eu apareci? Sim, mais ou menos, só pra falar que eu e meu namorado cinéfilo fizemos um novo blog, só com textos, algumas balelas minhas e contos dele. Não sei se alguém ainda entra aqui, mas se tiverem interessado, sigam a gente lá no Imprecisão!

http://www.imprecisao.com.br/

Minhas balelas

Contos do Rafa

Entra lá, diz o que achou nos comentários! Iriamos adorar saber!

 

Contos

FILMES QUE EU ASSISTI POR TER UM NAMORADO CINÉFILO #14

Se você já acompanha o blog há algum tempo, sabe que o Rafa, meu namorado e colaborador do blog, é um cinéfilo incurável! Nossos finais de semana de filme são divididos em comédias românticas  e filmes aleatórios que eu faço ele assistir e os filmes cabeças que ele recomenda. Se você não viu ou não lembra dos outros filmes que ele me recomendou clica aqui, ou vá na barra suspensa aqui do ladinho –> e olha a categoria “namorado cinéfilo“ ou ainda clica ali no menu principal (  ^ )

FILMES DO GLAUBER ROCHA

Eu não sei qual é o seu contato com cinema, mas se você é ou conhece alguém que é cinéfilo, vai saber quem é Glauber Rocha! Meu namorado conhece e ama esse diretor baiano que fez tanto em tão pouco tempo.

DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL (1964)

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O filme fala sobre exploração, sobre religião e como sempre, tem o pano de fundo a seca. Um casal foge da fazenda depois de matar o coronel e se juntam ao beato, no meio disso tudo encontramos Antonio das Mortes, o matador de cangaceiros. O Rafa já falou dele aqui.

TERRA EM TRANSE (1967)

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Um filme com nada mais nada menos que Paulo Autran, que é um senador que detesta o povo e quer se tornar o imperador de Eldorado, um país da América do Sul, mas ele não está sozinho nessa. Uma imensa crítica social que ainda é equivalente ao mundo atual.

DRAGÃO DA MALDADE CONTRA O SANTO GUERREIRO (1969)

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Lembra do Antonio das Mortes, então ele descobre que ainda existe mais um cangaceiro, e vai até Jardim das Piranhas para matá-lo, e encontra outros personagens bem malucos. Esse foi o meu favorito!

Confesso que tinha muito preconceito com esses filmes, mas acabei gostando e não tem como não dizer que Glauber é genial!

Escrito por:
Mari Bomfim

FILMES QUE EU ASSISTI POR TER UM NAMORADO CINÉFILO #13

Se você já acompanha o blog há algum tempo, sabe que o Rafa, meu namorado e colaborador do blog, é um cinéfilo incurável! Nossos finais de semana de filme são divididos em comédias românticas  e filmes aleatórios que eu faço ele assistir e os filmes cabeças que ele recomenda. Se você não viu ou não lembra dos outros filmes que ele me recomendou clica aqui, ou vá na barra suspensa aqui do ladinho –> e olha a categoria “namorado cinéfilo“ ou ainda clica ali no menu principal (  ^ )

FILMES CLÁSSICOS DE ZUMBI

Eu adoro coisas referentes a zumbi, assistia The Walking Dead [mas dei um tempo], nas minhas tardes de tédio ficava bolando na minha cabeça como eu iria me defender de um apocalipse zumbi, enfim, é meu “monstro” favorito.

Mas apesar de gostar muito, nunca tinha assistido os filmes que deram origem nessa onde de zumbi, o Rafa então me apresentou dois clássicos:

NOITE DOS MORTOS VIVOS – George A. Romero (1968)

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Sim, é um filme tosco, sem recurso, e acaba sendo engraçado, mas pior de tudo é que o filme é bom! No filme, um satélite cai na Terra e acaba levantando os corpos já enterrados que estão famintos! Apesar de ser um thriller, o filme fala muito sobre racismo, megalomania e como a violência está dentro de nós esperando uma oportunidade para sair.

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*Zumbis elegantes*

DESPERTAR DOS MORTOS – George Romero (1978)

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Esse é GENIAL! É a continuação do “Noite dos Mortos Vivos”, mas ainda muito mais ácido! O filme se passa dentro de um shopping, por algum motivo, os zumbis guardam algumas lembranças de sua vida, então de repente, todos os zumbis vão para o shopping da cidade, porque era onde eles passavam a maior parte do tempo quando vivos, ficam lá… vagando, sem rumo [nunca mais vi um shopping cheio da mesma maneira].

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*Black Friday*

 

Gosta de filmes de zumbi? Assistiu esses antigões? Comente!

Escrito por:
Mari Bomfim

FILMES QUE EU ASSISTI POR TER UM NAMORADO CINÉFILO #12

Se você já acompanha o blog há algum tempo, sabe que o Rafa, meu namorado e colaborador do blog, é um cinéfilo incurável! Nossos finais de semana de filme são divididos em comédias românticas  e filmes aleatórios que eu faço ele assistir e os filmes cabeças que ele recomenda. Se você não viu ou não lembra dos outros filmes que ele me recomendou clica aqui, ou vá na barra suspensa aqui do ladinho –> e olha a categoria “namorado cinéfilo“ ou ainda clica ali no menu principal (  ^ )

FILMES DO WES ANDERSON

Hoje o post é só sobre um diretor, porque foi um dos diretores que ele me apresentou e que eu mais gostei, porque é fofo, é claro, é divertido e é mágico!

O Fantástico Sr. Raposo (2009)

É uma animação contada em forma de fábula, os animais roubam a fazenda dos humanos e eles resolvem se vingar. O filme fala sobre a “natureza humana” e instinto, mas o assunto principal é a família! Os personagens são simples e carismáticos.

O grande Hotel Budapeste (2014)

A fotografia é impecável e a história é leve e divertida. Adoro a parte onde os gerentes de hotéis fazem parte de uma sociedade secreta e vão ajudando Zero e o M. Gustave a fugir! Tudo no filme é lindo e delicado!

Moonrise Kingdom (2012)

Esse é um filme apaixonante, se passa nos anos 60, onde um casal de crianças que são apaixonados um pelo outro, fogem. Então a cidade toda se envolve para achá-los, enquanto tentam esconder seus próprios segredos. O filme tem muita referência de “Pierrot le Fout” que eu só percebi, claro, porque o Rafa me contou!

Escrito por:
Mari Bomfim