VI NO CINEMA: MOANA – UM MAR DE AVENTURAS DE JOHN MUSKER E RON CLEMENTS

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Para começar bem o ano, nada como ir no cinema e ver um filme incrível, lindo e motivador, não é mesmo? Logo no comecinho de janeiro, fui ver o tão esperado Moana, filme da Disney que veio aí pra quebrar paradigmas.

Os Estúdios Disney, muito esperto, vendo que o movimento feminista vem ganhando força novamente e voz, quis descolar alguns dólares fazendo um filme empoderador da forma correta, colocando uma protagonista feminista que realmente faz alguma coisa, e ainda por cima sai do biotipo europeu, levando a gente a conhecer uma outra cultura.

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O que dizer desse filme? Me surpreendi logo no começo, as cores são diferentes e o ritmo do filme também, eu não tinha muita noção do que seria a história, e acabou me surpreendendo bastante o rumo que as coisas foram tendo.

Me lembrou muito de Mulan, um filme que eu amo, mas o mais incrível de tudo é que Moana não tem par romântico! Sim, assim como Elsa em Frozen, Moana também não tem, nem quer um príncipe encantado.

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As músicas são lindas, claro que nenhuma se compara com Let it go, mas mesmo assim, são empolgantes e ajudam na composição da história. Minhas partes favoritas foram todas que a vovó participou [quando a raia apareceu me emocionei, foi lindo!] e Moana aprendendo a navegar.

Bônus pro galo maluco que me arrancou muitas risadas!

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Sem dúvida foi ótimo estrear a temporada 2017 de “vi no cinema” com Moana!

Já viu o filme? Gostou do novo filme da Disney? Comente!

Escrito por:
Mari Bomfim

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DESAFIO LITERÁRIOS DOS 60 DIAS #51 #56

Mais um pouquinho a gente termina esse desafio! \o/

DESAFIO LITERÁRIO DOS 60 DIAS

#51 – UM LIVRO QUE TENHAM TE CONTADO O FINAL ANTES DE VOCÊ ACABAR LER.

#56 – UM LIVRO QUE VIROU FILME

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Foto: Mari Bomfim

O livro do desafio de hoje é a minha leitura atual! Eu conheci primeiro o filme, há mais ou menos  3 anos atrás, apesar do filme ser bem conhecido, e com certeza, me surpreendeu muito. O Clube da Luta, é o primeiro livro escrito por Chuck Palahniuk, em 1996 e ganhou o filme homônimo em 1999.

Eu ainda não terminei de ler o livro, mas sei que a grande reviravolta é a mesma do filme, portanto eu sei o final, apesar do Rafa dizer que o desfecho do livro é bem diferente do filme.

Saber o grande segredo de Tyler não atrapalha de maneira nenhuma a leitura do livro, pelo contrário, faz com que eu admire ainda mais o autor pelos easter eggs durante todo o livro e fazer tudo isso se encaixar com no final!

E você, já leu algum livro que já sabia o final? Comente!

Escrito por:
Mari Bomfim

VI NO CINEMA: Doutor Estranho de Scott Derrickson

“Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.” (adorocinema.com)

Doutor Estranho : Poster
*poster do filme*

Esse final de semana fui assistir Dr. Estranho nos cinemas, eu realmente não sabia muito o que esperar, porque não tinha ideia sobre o que se tratava o filme, apenas sabia que era um filme de super herói e que tinha magia no meio. Gosto de super herói, gosto de magia, tinha tudo para ser incrível!

Doutor Estranho : Foto Mads Mikkelsen

Mas não foi! Apesar de ter atores incríveis, inclusive minha atriz favorita Rachel McAdams, efeitos bem legais, eu não fiquei encantada pela história, o protagonista não conseguiu me conquistar, não fiquei torcendo por ele, na verdade não teve muita coisa para torcer, em nenhum momento eu senti que ele estava em real perigo.

Doutor Estranho : Foto Benedict Cumberbatch, Rachel McAdams

Uma das partes que eu mais gosto em qualquer filme de herói é ele adquirindo poderes ou tentando lidar com ele, e em Doutor Estranho pareceu tão simples, teve uma parte que ele ficou tentando abrir o portal e não conseguiu, mas eu queria ver mais isso, mais interação entre ele e a Anciã, mais dele tentando e persistindo, mais dele adquirindo autoconhecimento.

Doutor Estranho : Foto Benedict Cumberbatch, Tilda Swinton

O filme também é bem engraçado o que deixa tudo mais leve. É um filme que entretém bem, diverte, mas como filme de ação, na minha opinião, ficou devendo.

Já assistiram o filme? Gostaram? Comente!

Escrito por:
Mari Bomfim

VI NO CINEMA: O Orfanato de Srta Peregrine para Crianças Peculiares de Tim Burton

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“Quando seu querido avô deixa para Jake pistas sobre um mistério que se estende por diferentes mundos e tempos, ele encontra um lugar mágico conhecido como O Lar das Crianças Peculiares. Mas o mistério e o perigo se aprofundam quando ele começa a conhecer os moradores e aprende sobre seus poderes especiais… e seus poderosos inimigos.” (filmow.com)

Apesar de querer ter lido o livro antes de assistir ao filme, não consegui realizar este feito, e no feriado dessa semana, fui ver no cinema o novo filme do Tim Burton. Antes de tudo, quero dizer que eu gosto do Tim Burton, não entendo muito sobre direção e tal, mas amava seus filmes quando criança e adoro a atmosfera marcante dos filmes. Fazia muito tempo que não assistia algum filme novo do Tim Burton!

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Sobre a história, novamente: não li o livro, vi muitas críticas falando que eles mudaram muita coisa da história e tal, mas o enredo é bom, a história em si é bem legal, acredito que sem dúvida o ar pitoresco de Tim Burton ajudou a compor bastante o filme. Porém, eu tinha a impressão que a história era um pouco mais sombria, e eu achei bem fraquinho essa história.

O avô, ídolo maior de Jake, morre e isso aparentemente não parece afetá-lo muito, ele só é levado para o psicólogo porque tecnicamente ele está vendo coisas, não porque está em sofrimento e tal [talvez seja a interpretação do protagonista que esteja fraca], quando ele descobre que é um peculiar [não é spoiler, isso é esperado na verdade] a vida dele não muda muito, Jake fica com uma cara blasé o tempo todo ~ gêmeo da Kristen Stwart.

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Tinha alguns erros de continuidade também, e como disse no começo os vilões não eram nada assustadores, eram bem bobinhos e fáceis de enganar, mas Eva Green estava perfeita no filme e Terence Stamp também estava fantástico. Fiquei desapontada por ver que a parte da vibe pesadelo e monstros foram pouco usadas. Até mesmo coisas bem legais como: as peculiaridades, viver o mesmo dia o tempo todo, nunca envelhecer e poder entrar em várias fendas de vários tempos não foram bem trabalhadas.

[ISSO É SPOILER]

Até mesmo no final, quando Jake reencontra seu avô, e começaria sua jornada do herói, entrando em todas as fendas para chegar em 1943 e encontrar seu amor, algo que deveria ser super legal e cheia de aventuras, nem foi explorado! Fiquei um pouco decepcionada, mas acredito que o livro seja bem legal!

Alguém viu o filme e discorda? Já leram o livro? Comente!

Escrito por:
Mari Bomfim

DESAFIO CINETOSCÓPIO DO RAFA #20

Olá! Meu nome é Rafael e voltei para dar continuidade ao desafio cinetoscópio dos 30 filmes que estou fazendo aqui no blog da Mari. O tema de hoje é:

#20 – UM FILME QUE VOCÊ NÃO ENTENDEU OU TEVE DIFICULDADE DE ENTENDER

Hoje é dia de falar de mais um samurai. Provavelmente, o melhor diretor de todos os tempos: Stanley Kubrick. Kubrick é conhecido pelo seu perfeccionismo. Demorava anos fazendo seus filmes porque buscava sempre a perfeição em cada cena. O cara é responsável por vários clássicos. Ele era tão bom que tinha carta branca de uma das maiores produtoras de Hollywood para fazer o que quisesse. Mas o que diferencia Kubrick do resto é a sua versatilidade. Filme de guerra? Ele fez o clássico Glória feita de sangue, além do ótimo Nascido para matar. Épico? Ele fez Spartacus. Suspense? O Iluminado. Drama? O sensacional Laranja Mecânica. Humor? A maior comédia de humor negro da história, Dr. Fantástico. Ficção científica? Também a maior de todas, 2001 – Uma odisseia no espaço. Gênio. Gênio. Gênio.

É de 2001 – Uma odisseia no espaço que nós vamos falar hoje. Um filme de 1968 (!) que revolucionou o cinema em termos visuais, filosóficos e artísticos. Kubrick passou 5 anos produzindo o filme e trocando ideias com o autor do livro, Arthur C. Clarke (enquanto Kubrick escrevia o roteiro, Clarke escrevia o livro). O filme é famoso por ter o maior corte espacial da história, que vai de um osso arremessado por um ser da pré-história para uma nave espacial no ano de 2001. A trilha do filme também é famosa, pois Kubrick usou música erudita em uma associação perfeita com o movimento dos satélites.

Desde a “Aurora do Homem” (a pré-história), um misterioso monolito negro parece emitir sinais de outra civilização interferindo no nosso planeta. Quatro milhões de anos depois, no século XXI, uma equipe de astronautas liderados pelo experiente David Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood) é enviada à Júpiter para investigar o enigmático monolito na nave Discovery, totalmente controlada pelo computador HAL 9000. Entretanto, no meio da viagem HAL entra em pane e tenta assumir o controle da nave, eliminando um a um os tripulantes. (adorocinema.com)

Tenho uma relação de amor e ódio com esse filme. Quando assisti a primeira vez, achei um saco. Na segunda, eu adorei. Na terceira, dormi. Na quarta, achei genial e na quinta vez, ele já estava consagrado como o meu filme de ficção científica favorito. O grande enigma do filme é a porra do monólito. De onde veio? Para onde vai? Quais os efeitos dele na humanidade? Por que ele apareceu na Lua? De onde vem o sinal que ele emite? Será que existe outro em Júpiter? Será que existe vida em Júpiter? O final não te dá merda de resposta nenhuma, só confunde ainda mais sua cabeça. Quando David deixa a nave numa cápsula e parte em uma viagem psicodélica pra PQP, você também não sabe para onde ele foi. Que quarto era aquele? Por que ele tá velho? E essa taça que quebrou, significa alguma coisa? O que o monólito tá fazendo ali? E esse bebê? Desiste. “Se alguém entender 2001 de primeira, nós teremos falhado. Quisemos levantar muito mais questões do que respondê-las”, Clarke afirmou certa vez. Eles não falharam. Já assisti 5 vezes e ainda não entendi plenamente, mas isso não faz a menor diferença.

Escrito por:
Rafael Forcassin